Ficamos em dois hoteis em pontos bem diferentes em Buenos Aires: o Querido e o Nogarô.Acordamos tarde após o check out às 2 da manhã no Aeropark ( Jorge Newbery)...chegamos ao hotel Querido às 2h45 , uma espécie de hotel minimalista ou uma mistura de hotel com hospedagem familiar localizado na Villa Crespo,
um bairro para se vivenciar a essência porteña, pertinho de Palermo Soho, de bons e baratos restaurantes e a apenas duas quadras do
paraíso das compras: os famosos outlets. Ficamos aqui nos primeiros 6
dias por 475 dólares.
O café da manhã nos esperava assim, bonitinho, sem muita pompa, nem muitos itens, no ponto certo. Pessoalmente não gosto de cafés da manhã com dezenas de itens, aqueles que vão e voltam todos os dias. Suco natural nas garrafinhas, salada de frutas nos potinhos, frios, yogurts e pães variados e quentinhos.... tudo preparado na hora, tudo bem fresquinho. O ambiente muito simpático tem uma forte "pegada" vintage, como quase tudo no bairro. A equipe de funcionários foi extremamente solícita nos ajudando com dicas, informações e reservas. A comunicação com o pessoal pode ser feita em Espanhol, Português ou Inglês.
Nada é luxuoso no Querido. Boa ducha, quarto simples e limpo com uma simpática sacada para a tranquila rua Juan Ramirez Velazco.
Depois de 6 dias no Querido, fomos procurar um hotel centro.Vimos dois ou três hoteis e o custo-benefício nos conduziu ao Nogaro. Mais impessoal, porém perto do circuito turístico central. Pedimos um upgrade ( ap 501) e pagamos 70 dólares a diária dos 81 pedidos, depois da negociação em bom portunhol. O hotel é um business no microcentro, encostado à Casa Rosada e à Catedral. Quarto espaçoso, ducha boa, lençóis macios e cheio turistas brasileiros e portenhos. Fácil acesso a vários passeios.
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