Chegamos à bela, charmosa e empoeirada Monte Verde ao entardecer e fomos direto à pousada que localizamos no Booking naquele mesmo dia avaliada como fabulosa, com pontuação 8,7. Não havíamos conseguido nada mais pela internet, afinal era fim de semana e a cidade estava lotada. Ligamos para a pousada e combinamos que chegaríamos por volta das 17h00. Não era a ideal mas, resolvemos encarar, afinal 3 dias num sítio com galo cantando pela manhã era quase tudo o que eu queria depois de meses de trabalho. As fotos não fizeram jus ao que encontramos. Percorremos um pequeno trecho de estrada de terra que foi o suficiente para deixar o carro muito além do "Lave-me"...
Após abrir uma porteira azul que rangia, descemos uma pirambeira até encontrarmos a pousada. Um senhor veio nos receber, conversamos por alguns minutos e quando perguntamos se havia mais hóspedes naquele lugar deserto e descaído, fomos informados que éramos os únicos!!! Perguntei a ele se teria problema se não ficássemos lá, apesar de termos reservado por telefone pois fiquei com medo de passar a noite naquele lugar e além disso não era tão baratinho assim.
Seguimos em direção à cidade, paramos no portal e fomos informados que seria difícil encontrar hospedagem para passarmos a noite, o correto seria voltar para Camanducaia. Seria a segunda vez que visitava a cidade e não encontrava hospedagem. Seguimos para um hotel indicado pela funcionária do Portal ( mais 8 km de terra solta morro acima!) Era um hotel bem imponente, mais caro do que o primeiro e incluía 2 refeições ( teríamos que comer sopa e feijoada!) além disso, a luz do quarto era bem fraquinha.... Não ficamos.
Já estava escuro. Descemos a ladeira e vimos uma pousada cercada de um muro imenso. Acreditamos, paramos e conseguimos um chalé (o último) pelo menor preço até então e de quebra, muito ajeitado. Acendemos a lareira, tomamos banho e fomos caminhar pela cidade.
O termômetro marcava 12 graus, tomamos um chocolate quente e comemos pão de queijo recheado. Compramos pinhão e batata doce para cozinhar no chalé. Tudo muito bom!
SEMPRE BOM
A POUSADA ESCOLHIDA
Já estava escuro. Descemos a ladeira e vimos uma pousada cercada de um muro imenso. Acreditamos, paramos e conseguimos um chalé (o último) pelo menor preço até então e de quebra, muito ajeitado. Acendemos a lareira, tomamos banho e fomos caminhar pela cidade.
O termômetro marcava 12 graus, tomamos um chocolate quente e comemos pão de queijo recheado. Compramos pinhão e batata doce para cozinhar no chalé. Tudo muito bom!
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